sábado, 17 de outubro de 2015

   Bom dia!

 Após ter passado uma tempestade de pedras e muitooo vento  e chuvaaa!!!   a luz voltou! a áqua, minha linda água está na torneira! que luz linda sai das lâmpadas tão lindas!  Internet então que beleza..postar coisas atrasadas.. coisa feia.
 Meu id, ego e superego LATENTES!
 e o vídeo do Freud, fiquei mais biruta ainda..ou estou certa..kkk
vou descansar, afinal vamos ter aquele domingão..


 

   Descobri que trabalho em uma Maquinaria Escolar , lembrando que também fui um tijolinho de outra maquinaria... mas em outra época.


     No texto de Julia Varela e Fernando Alvarez-Uria,o surgimento da escola nacional,foi o método mais fácil de nivelar os educandos.Em idade tão jovem na escola, fica mais fácil, já a educação será de responsabilidade de quem estiver a frente da classe. concordo com algumas partes do texto,zelando em construir uma sociedade educada, bons hábitos, costumes, e moral.
    Mas com o crescimento acelerado da humanidade e a divisão de opinões, transição de países e culturas, isto se tornou inacessível . Após o desenvolvimento da modernidade, das grandes invenções que fez o homem dar um salto para sua inteligência, alguns foram mais longe e resgatando então ensinamentos de Platão, Aristóteles,Quintiliano,Plutarco,Sêneca mas com um objetivo, forjar pessoas para o trabalho, mas com cultura, com essência.Não contavam com as classes populares inteligentes, nos deram um presente, a educação, a escola e os professores. Ambiciosos ou não em seus projetos de salvar o mundo ou quem mora nele.
    O padrão escolar é o mesmo, professores de um lado, alunos do outro. Classes enfileiradas ou em dupla, ou até mesmo em pequenos grupos, não vão mudar o pensamento que está se formando hoje, na cabeça dos jovens em minha opinião.
    Vejo ainda espelhos de classe na formalidade, carrancas ainda funcionam, mas palavras ditas com voz suave penetra-lhes o coração.
    Minhas aulas são assim, as portas fechadas, pois estou forjando pessoas sim, mas com seus próprios pensamentos, contribuindo para o crescimento moral e social de cada um em sua realidade.
    Produzimos também em sala de aula, uma maquinaria escolar, mas que pensa e saberá agir no momento que precisar.


    Como me alfabetizei...

Lembro-me como se fosse hoje! as vogais, uma semana de letra A, na outra E, I,O e U. Uma por semana. Figuras com as letras e o som. Após as famílias silábicas, desenhávamos bastante, usávamos tintas,fios de lã, fazíamos vários trabalhinhos. Era cada um no seu lugar. A primeira palavra que li foi na propaganda da Mesbla, uma loja antiga de Porto Alegre.


Questão que me inquieta...

Me inquieta em como dar continuidade em um trabalho, se ele foi interrompido, sabendo que não será realizado da forma como a criança o descobria, valorizava e deslumbrava-se com sua aprendizagem. Esta é uma questão importante o comprometimento do profissional. O acompanhamento do crescimento do estudante. Mas o sistema, transfere professores, as famílias trocam o filho de escola, algumas famílias não querem ver que os filhos precisam de tratamento ou acompanhamento. O próprio estudante, perde a motivação em um troca troca de professores. É isso.


Importância ou Estranhamento

Um dos assuntos que me chamou a atenção é o fato das crianças copiarem sem serem alfabetizadas, então nós escrevemos no quadro e esperamos que os coitadinhos copiem, mesmo com suas letrinhas tortas e chegando em casa levam a maior bronca por não ter conseguido terminar uma linha. Hoje dou aula para 5 ano e há crianças em diferentes idades. Algumas tem muita dificuldade em copiar do quadro e entender. Acontece a miopia, atrapalhando a criança e trazendo um grande problema futuro. Quero melhorar o trabalho e auxiliar as crianças que tem esta dificuldade.


                               Nossas palavras ditas com o coração! com expectativa! 

                                     

     As palavras ditas com o coração, emoção e sem pudor, são as mais puras demonstrações de entrega que nós seres humanos fazemos, que nos sentimos a vontade, quando nós nos sentimos...Eu me sinto muito bem!


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