segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

                                Inventário de perguntas

       No semestre passado eixo III , lembro-me que nos foi citado um trabalho de perguntas e respostas que a professora havia realizado. Achei muito interessante e no semestre seguinte apliquei em sala de aula. O resultado foram mais de 100 perguntas que os alunos escreveram e tinham curiosidade em saber mas nunca tiveram coragem para perguntar. Passamos algumas semanas para tentar responder aos curiosos. Muitas perguntas sobre Deus, sobre o início da vida, quem nasceu primeiro, por quê? sobre os dinossauros, sobre as árvores, sobre a lua, sobre a água, o céu...algumas ficaram sem resposta e nos fez refletir. Se Deus existe, se há vida após a morte, se existem extraterrestres, se há fadas e duendes e bruxas...
        Então no início do semestre era para realizar o inventário de perguntas...como eu já havia feito, postei as duas perguntas que escolhi:
        A faixa etária é de 10 a 14 anos (5ºano)

       Pergunta do aluno:  Por que as formigas não gostam de ajuda?
       Resposta do aluno:  Porque não são preguiçosas.

       Pergunta do aluno:   Existem extraterrestres?
       Resposta da profª :   Há muitos mistérios no universo, nós estamos em busca de muitas respostas, mas não há nada de concreto.
CARTAS A UM JOVEM CIENTISTA

Edward O. Wilson

        Um dos mais celebrados biólogos da atualidade, Edward O. Wilson passou as últimas seis décadas tentando desvendar os mistérios da vida na Terra. E agora ele divide essa experiência com seus leitores, em vinte e uma cartas sobre o amor pela ciência e o prazer da descoberta. Passando por tópicos que vão desde sua infância como escoteiro no sul dos Estados Unidos à sua paixão por formigas e borboletas, Wilson mostra de onde veio a motivação para se tornar um biólogo, numa bem-humorada visita a seus maiores sucessos e fracassos. 

       Em um momento na história humana em que nossa sobrevivência depende mais do que nunca da compreensão da ciência, Wilson insiste que o sucesso como pesquisador não vem da habilidade matemática, mas sim de uma paixão para encontrar um problema e resolvê-lo. Seja falando do colapso de estrelas, da exploração de florestas tropicais ou da profundidade dos oceanos, Wilson retrata a ciência como um campo de criatividade e dedicação. E, a partir de sua brilhante carreira, mostra ao leitor o lugar modesto e especial que o ser humano ocupa no ecossistema do planeta.



“Obrigado por lembrar a mim e a milhares de outras pessoas por que nos tornamos cientistas.” - Bill Streever, New York Times Book Review



   

         É interessante descobrir que que Edward O. Wilson tinha uma paixão por formigas. Confesso que também tenho esta paixão. Desde a minha infância, passando pela adolescência, sempre fui fascinada por formigas. O seu mundo, como vivem, sobrevivem. Foi quando despertou em mim, a curiosidade de ver o que aconteceria se e as ajudassem nas tarefas de carregar folhas, se eu facilitasse suas vidas. Mas também se eu as salvasse de um afogamento em uma de minhas tampinhas de garrafa que fazia de barquinho na pia da cozinha. Foi quando descobri que eu poderia salvá-las em um determinado tempo aquecendo-as. Descobri quando não consegui salvar uma de minhas amiguinhas, então rapidamente quando não mais se movimentava,  e com o calor ela voltou a viver. Não sei até hoje o que acontece com as coitadas, mas quando encontro uma morta, tento reanimá-la.

          Observo as crianças e suas curiosidades, o que perguntam, quando descobrem a reposta, seus anseios...e meus. Nada melhor do que instigar a pesquisa, a descoberta.
             




domingo, 20 de novembro de 2016


                             EXPERIMENTO


 
   Hoje observamos a conservação de quantidades
Os materiais utilizados foram:
1 garrafa pet 2 litros
1 cx leite ( 1 litro) vazia
1 garrafa pet 500 ml
1 garrafa pet de 250ml
1 caneca branca 250ml
1 caneca laranja 350 ml

Distribui a água da garrafa pet na seguinte ordem: caixa de leite 1 litro, garrafa pet 500ml,garrafa pet de 250ml enchi as duas canecas (250ml em cada).
Após a distribuição revertemos a experiência, enchendo a garrafa pet de 2 litros novamente. A caneca branca havia ficado cheia e a caneca laranja a água ficou bem abaixo. Convidei os alunos para observar, eles concluiram que a caneca laranja era maior e a branca era menor, apesar de terem a mesma altura. Uma aluna observou que a caneca laranja era mais larga, por isso parecia ter menos líquido. Fizemos também uma seriação de tamanhos, cada um organizou do jeito que pensou.  Foi interessante mostrar que dois litros foram distribuidos em recipientes de tamanhos diferentes e após retornou para a mesma quantidade.

 





 Ensino de Ciências: experimentação e lúdico


O programa tem entrevista da professora Luciana Lunardi, da UNESP de Botucatu, que aponta a importância de duas estratégias para o ensino de ciências: a brincadeira e a experimentação. O exemplo fica por conta de uma turma de quarto ano onde alunos construíram um brinquedo - o 'campeão de cambalhotas' - para aprender noções sobre o atrito e a conservação de energia.



quarta-feira, 5 de outubro de 2016


Coragem para voar


Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas.

Gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o vôo.

Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em vôo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o vôo, isso elas não podem fazer, porque o vôo já nasce dentro dos pássaros. O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado. Rubem Alves 


Quero dizer que não gosto de pássaros engaiolados.
Gosto da liberdade de expressão, diálogo , de desafios e de desafiar vôos mais altos.













sexta-feira, 5 de agosto de 2016




                                              Somente a Música há de ficar!



    Uma simples homenagem a Professora Leda de Albuquerque Maffioletti e Professor Evandro Alves.

 A voz é um recurso acessível ao fazer musical porque todos a levam consigo. Assim, a utilização da voz como instrumento de musicalização, na escola, torna-se uma opção relevante.

 SCHMELING, Agnes; TEIXEIRA, Lúcia. Explorando possibilidades vocais: da fala ao canto. Música na Escola na educação básica. Porto Alegre, v.2n.2, setembro de 2010.



                                              Somente a Música há de ficar!



    Uma simples homenagem a Professora Leda de Albuquerque Maffioletti e Professor Evandro Alves.

   A voz é um recurso acessível ao fazer musical porque todos a levam consigo. Assim, a utilização da voz como instrumento de musicalização, na escola, torna-se uma opção relevante.

 SCHMELING, Agnes; TEIXEIRA, Lúcia. Explorando possibilidades vocais: da fala ao canto. Música na Escola na educação básica. Porto Alegre, v.2n.2, setembro de 2010.