terça-feira, 19 de junho de 2018



     TCC

Tenho pensado em como iniciarei este trabalho, como farei, o que realmente procuro com esse trabalho, o que importa na verdade. Como saber o caminho? Tenho me angustiado em como iniciar, Quem observar, sei lá..
No estágio pedi para observar o 5 ano, quero tentar enxergar um esboço que está embaçado em meus olhos, algo me diz que o caminho é esse. Essa turma eu tive a oportunidade de trabalhar com alguns deles em 2014, no 2ºano, depois no 4ºano e agora 5ºano. Há reprovados, por isso penso em escrever sobre suas trajetórias. Tem um que aprendeu a ler o ano passado, e outra aluna que está se apropriando da leitura e escrita. Não sei ainda o que fazer, são só pensamentos.
Quero ler melhor o que não consegui apreciar, gosto de ler, mas o tempo é que é, mas vamos em frente!

Nem tudo são flores



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                                   Nem tudo são flores

 Afinal, o que é para avaliar quando nos pedem para avaliar dentro do padrão e tudo mais? o que fazer quando temos um trabalho e sabendo que é de nossa responsabilidade avaliar ou pelo menos aprender a avaliar o trabalho de alguém que sabe mais do você?
Pelo menos eu penso assim, avaliar alguém é dificil, usar palavras que não o ofendam, não o magoe mas que demonstre que voce leu e que voce vai fazer o que seu professor lhe pediu nas entrelinhas a serem preenchidas. Sem mentiras, hipocrisia, avaliar pra mim, não é avaliar um colega, se gosto dele ou não, se amo ele ou não amo, se odeio ou não. Avaliar um trabalho, é analisar o contexto da análise, não do coleguismo, é muito mais, é etica.
Avaliar para mim é avaliar conforme o que nos foi proposto. E que bom se alguém parar  e ler cada linha que escrevi naquele texto sobre a "reunião de professores com o diretor da escola", que bom que esse alguém tivesse apontado o que não sei, eu ficaria muito feliz, se a pessoa que avaliei avaliasse o que fiz e não me criticasse e ofendesse que a ferrei no trabalho. Que decepção, para mim tu era brilhante, agora não és mais. Obrigado novamente, foi assim que respondi  no fim da crítica e com aplausos. Nem tudo são flores para uma mulher de 45.


sábado, 16 de junho de 2018


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Relato e analise de práticas reflexivas envolvendo a linguagem
Ao iniciar essa atividade de relatar experiências em que as crianças estão no processo de aquisição da linguagem, lembro-me de quando meus filhos eram pequenos e eu não tinha este conhecimento das teorias. Refiro-me há 22 anos, no qual me tornei mãe. Na atualidade sou avó de um menino de 1 e 8 meses, tenho analisado seu desenvolvimento, apropriação e aquisição da linguagem descobrindo na prática as teorias.
No inicio, lembro-me de minha filha balbuciar pu-pu aos quatro meses, acenar para as pessoas dando tchau e ficando de pezinho aos cinco meses no meu colo. Eu sempre cantei e fiz sons para meus filhos se acalmarem, melodias, cantorias. No entanto eles acabavam repetindo o som para dormirem, cantavam junto. Faço isso até hoje com meu neto. Ele também reproduz o som que canto pra ele. Em um momento da infância de meu filho, eu achava bonitinho ele falar errado, trocar as letras, o Z pelo V. Não tinha noção do que estava lhe proporcionando, uma fala errada e que depois fosse um pouco difícil de fazê-lo falar certo. Hoje eu compreendo que fiz errado e não repito o erro, ensino a palavra certa. Meu filho dizia ZÓ, ao invés de VÓ e nós achávamos bonito, lindinho.

           Hoje fui ao chá de fralda de minha futura neta, e havia crianças brincando, e também brigando pelos brinquedos que estavam disponíveis para brincarem. Estavam sob o tapete e eu as observava, meu neto 1 ano e 8 meses , um amiguinho 2 anos e 3 meses, e uma menininha de 4 anos. Brincavam juntos, os meninos evidenciavam a palavra final de suas frase com a útima dilaba da palavra em evidencia. Um dizia para o outro: pe o pat, pega o pato! o outro respondia o exe ! pega o peixe.
Havia um pato e um peixe de brinquedo, um carrinho e outras coisinhas, mas os brinquedos disputados e a comunicação se deu em torno desses brinquedos. Pensei bastante nas teorias e no que estou aprendendo. 






Empoderamento Político

A expressão “empowerment” (dar poder) foi empregada pela primeira vez em 1977 pelo psicólogo norte-americano Julian Rappaport. No Brasil, na década de 1980, foi traduzido pelo educador Paulo Freire e ganhou um sentido um pouco diferente. Para Freire, não se dá poder a alguém, mas a si próprio.
É preciso pensar o universo em que os educandos vivem a cultura em que está inserido, o lugar de trabalho, levantar dados juntamente com a comunidade a ser educada e construir a alfabetização a partir do conhecimento de suas realidades para somente depois aprofundar na formação de novas palavras, novos conhecimentos. Pois esse diálogo é muito importante, através das falas constroem-se caminhos para o conhecimento, valorizando as vivências oportunizando o aprendizado. Os estudantes da Eja vêm com intuito de aprender muitas coisas, mas as vezes o ambiente não proporciona um bom aprendizado. Falo da falta de segurança que existe nas periferias aumentando a evasão escolar. Tem uma série de fatores que barram a tentativa dos educandos continuarem na busca pela formação. Há algum tempo, tivemos um furto em nossa escola, levaram os equipamentos eletrônicos, então o gasto será par melhorar a segurança e depois a reposição dos materiais. Além de querer estudar, as pessoas também tem que lidar com estes problemas da nossa sociedade. 
Melhorar a estrutura, começa com a segurança das escolas. Sem segurança não se dá oportunidade aos alunos terem acesso as tecnologias, com planejamento de uma estrutura organizada sim. 

sexta-feira, 15 de junho de 2018



                                                                  EJA T7


 



Aula de geografia na EJA T7, sobre paralelos e meridianos. Os alunos confeccionaram um globo terrestre de isopor, pintaram e marcaram os pontos referidos. A profª Diuli, ministrando a aula.


 Entrevistas da EJA


Tivemos bastante trabalho para realizar as entrevistas da EJA. Tempo ruim, chuva, frio..família..atividades escolares, planejamento e pareceres, conselho de classe.
Gostei muito de observar as turmas da EJA da E.E.E.M. Cônego Leão José Hartmann, escola no qual trabalho durante o dia.
Foi maravilhoso ter essa experiência, observar, escrever, descobrir e aprender!
É gratificante ver os colegas que trabalham durante o dia, terem pique e criatividade para trabalhar na EJA com tanto entusiamo.



Colegas MARAVILHOSAS! 
Diuli,Camila,Cris e eu
Obrigado por me auxiliarem na entrevista sobre a EJA

segunda-feira, 4 de junho de 2018




   SALA DE AULA É LUGAR DE BRINCAR?

                       POR UMA PEDAGOGIA DO BRINCAR



No dia 21/05/2018 na segunda feira não pude comparecer a aula. Então fui a aula de quarta feira dia
23/05/2018.

Aprendi várias coisas...brincadeiras do SIM e do NÃO
                                                                Ham Sam Sam  ( atenção e coordenação motora)
                                                               Jogo bola da vez  ( só vale coisas boas)

 Aprendi que brincando descobrimos muitas coisas, através da perguntas se observa muito. A professora realizou algumas brincadeiras com o grupo, foi muito divertido. Eu adoro brincar,tenho uma personagem que inventei em 2002, quando meus filhos eram pequenos. De vez em quando a personagem aparece em sala de aula para brincar com as crianças, afinal a Oreo só tem  7 anos. Ela gosta muito de brincar e fazer novos amiguinhos, só que é muito arteira o que seus amigos adoram.
Mas voltando ao tema da aula que tivemos, foi muito proveitosa, proporcionou momentos de descontração e alegria!